Empreendimento Único
As dimensões do terreno em que foi construído, assim como a sua distribuição, tornam o Paulistano um condomínio que foge aos padrões habituais.
Dificilmente são encontrados empreendimentos com uma extensão tão grande, menos ainda em uma cidade como São Paulo.
Normalmente, um terreno do mesmo tamanho que o Paulistano (com 155 mil m²), seria repartido em quatro ou cinco lotes menores, mesmo que fosse comprado por uma só incorporadora.
Nesses condomínios mais comuns, a densidade populacional acaba tornando-se muito alta. Para recuperar o investimento, as incorporadoras têm de construir mais unidades por metro quadrado - ou seja, mais prédios em menos espaço.
Em vez de sete torres e pouco mais de 250 casas, teríamos cerca de 30 prédios espalhados na mesma área.
As consequências? Para começar, provavelmente não haveria casas. O espaço entre os edifícios seria muito menor, não teríamos ruas arborizadas ou espaços para caminhar, pois menos unidades para o rateio quase sempre significa uma estrutura de lazer menor.
É verdade que muitos desses condomínios têm certos itens de lazer. Mas, a maioria se restringe a espaços pequenos, com poucos equipamentos e com uma localização prejudicada dentro do terreno. Isso significa piscinas que passam quase o dia inteiro na sombra e salas de ginásticas mínimas.
No Paulistano, cada um dos itens que compõem sua infraestrutura foi planejado e dimensionado com o maior cuidado e sofisticação, sem aperto ou precariedade.
Aproveitamos o melhor que um terreno amplo pode oferecer e transformamos o espaço de sobra em uma infraestrutura invejável, com conforto, beleza e sofisticação.